terça-feira, 3 de outubro de 2017

Formosa do Rio Preto e seus encantos.

Chegar em Formosa - Oeste da Bahia, é  certo  ir logo para a beira do Rio Preto, admirar suas águas que correm lentas, suaves, encantando com sua transparência. E eu sigo o ritual, todos os dias da minha estadia fui contemplar a beleza desse velho rio, que embeleza a querida Formosa.



Sempre terá um menino a pular da ponte, mostrando a alegria de ser íntimo daquelas águas.


A natureza integrada.  Rio e mata. 


O sol está alto, forte como é no Oeste da Bahia. Lembro que é preciso almoçar para voltar a dar aula, vou para a pracinha simples, mas tranquila, nela tem uma  igrejinha, linda, singela, onde algumas noites fui meditar e orar.


No almoço, tudo fresquinho, vindo da agricultura familiar. E a sobremesa é a Rapadura da Flor, deliciosa, feita com carinho por Flor, uma senhora muito querida em Formosa do Rio Preto.



Essa é a lima de umbigo, tem um pé carregadinho no espaço onde estou dando aula. Sabor suave, muito gostosa essa lima. Todos os dias, pela manhã e pela tarde espremo em um copo e bebo. Fez muito bem para minha garganta.


De manhã ganhei esse presente, ir de madrugadinha para o trecho do Rio Preto, que fica bem pertinho do Hotel. Lindo ver o sol nascer no Cerrado, ele vem surgindo e clareando tudo. Uma lindeza.

 

Uma delícia entrar nas águas do Rio Preto nesse horário, pisar na areia, uma gostosa massagem nos pés. Mesmo estando um pouco frio nesse horário, a água do rio está levemente morna. 





O sol mais uma vez lembrando que é hora de voltar, dessa vez para o Hotel, tenho que me preparar para mais um dia de aula. Gratidão por momentos tão belos. Gratidão pela natureza, pela vida.


Percorro o caminho de volta por entre pés de jatobá, mais levo guardado na memória e no coração a imagem e os sons do Rio Preto. 






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