sábado, 9 de novembro de 2013

Vem comigo fazer Feira em Valença....


Nada mais energizante do que começar o dia fazendo feira.  Mas não em supermercados, hipermercados, etc... Estamos falando é de feiras livres, com todos os produtos novos, frescos, com seus cheiros, suas cores.... Na feira livre de Valença - Costa do Dendê - Bahia, você faz suas compras direto na mão do pequeno produtor, ele te diz de onde vem aquele produto, qual a melhor época para comprar, e de quebra te ensina como preparar.....e tudo isso com um preço super justo. 


Peixe seco. Chegando em casa é só dessalgar e levar para a panela...


Olha que maravilha: canela, louro, pimenta do reino,  corante de urucum, açafrão....


Noz Moscada, cravo, erva doce, semente de abóbora.....


Banana da Terra novinha, doce, orgânica....


Olha as graviolas.......


Os feirantes são super-simpáticos, tem a maior boa vontade de explicar cada produto para quem ainda não conhece...... Feijão verde, coco, ovos de galinha caipira, pimentas. A maior parte dos produtos da feira de Valença vem da agricultura familiar.



Nas bancas você encontra um pouco de cada coisa que é plantado nas pequenas propriedades. Nessa tinha milho, aipim, abóbora, quiçare, graviola.


Quiçares recém colhidos.


Alho, abóbora, corante de urucum, pimenta do reino, tempero misto, azeite extraído no roldão..


Alface, salsa, coentro, manjericão, coentro largo ou coentro da índia, erva-doce...


O cozido está garantido: quiabo e giló fresquinhos...


Graviola, batata doce, inhambu branco, inhambu roxo, aipim, banana.....


Essa abóbora é  gigante...na foto não da para perceber direito como é grande. Mas enquanto fotografava fui falando o que iria fazer com cada pedaço: purê, sopa, cortado, doce, com quiabo, no ensopadinho de carne, pão.......

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

As pimentas de Valença

Falar em Valença - Bahia - Costa do Dendê, é falar em camarão, azeite de dendê, pimenta.....e muito mais..
Achar pimenta em Valença é a coisa mais fácil do mundo, as pessoas tem pé de pimenta em casa  e nos mercados, feira, em tudo quanto é canto achamos pimenta para comprar.
São muitos tipos de pimenta, vai da malagueta, biquinho, dedo-de-moça, de cheiro, japonesa, arriba-a-saia....ufa, são muitas.....
Fui na feira livre comprar quiçare, inhambu e farinha de tapioca,  mas como passar impune por tantas pimentas e seu colorido????


Kit completo: pimentas, quiabo, limão rosa, coentro largo, só falta comprar o peixe e fazer a moqueca.


Feijão verde, coco e pimenta , um belo acompanhamento para nossa moqueca.


Pimentas, pimentas e mais pimentas, tem para todos os gostos....


Biquinho: comprei para fazer geleia.


Fico encantada com esse verde e amarelo


Vamos fazer uma conversa?


Essa vamos botar na moqueca?


Hummmm

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Festival Gastronômico de Valença no Jornal A Tarde


Festival Gastronômico de Valença - Terra do Camarão, em matéria de destaque no Jornal A Tarde, o jornal que tem maior circulação em todo estado da Bahia.
O Festival acontece nos dias 05, 06 e 07 de dezembro, em Valença - Costa do Dendê - Bahia, já está com as inscrições abertas online na página do facebook  https://www.facebook.com/festivalgastronomicodevalenca

Seminário - Aula Show - Palestras - Feira de Exposição - Concursos Gastronômicos 
  Apresentações Culturais 

TODAS AS ATIVIDADES DO FESTIVAL SÃO GRATUITAS

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Festival Gastronômico de Valença - Encontro da Culinária de Raíz


O Festival Gastronômico de Valença, é para pessoas como eu, que ama nossa culinária de raiz.
Ótima oportunidade para quem quer conhecer a gastronomia da Costa do Dendê, com toda sua riqueza de ingredientes e receitas, o artesanato, a cultura e as belezas naturais da Região!

Fábricas de azeite de dendê, fabrico de camarão defumado, peixe seco, carne defumada, beijus, farinha de mandioca, cocadas, tudo isso você pode conhecer em Valença.

Tomar um belo café da manhã com cuscus de tapioca, de milho, de pubá; banana da terra frita, batata doce, inhambu branco, inhambu roxo, quiçare, farofa de carne defumada.....e depois é partir para a histórica Praça da República para participar das atividades do Festival, mas antes tem que dá uma paradinha no cais para apreciar o Rio Una e todo o vai e vem dos barcos e dos pescadores.

Profissionais, estudantes, pesquisadores e amantes da boa gastronomia estão todos convidados!!!

Eu estarei lá, na boa companhia dos Chefes Richard James, Clodomiro Tavares, Elmo Alves, Jaime Medrado, Claudio Matos, Alicio Charoth e muitos outros convidados.

As inscrições online estão abertas para: Seminário - Palestras - Aulas Show - Concursos Gastronômicos.

TODAS AS ATIVIDADES DO FESTIVAL SÃO GRATUITAS!!!!!






quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Festival Gastronômico de Valença - Terra do Camarão

Redescobrir, encantar pelo paladar, pelo olfato, pelo colorido, pela história dos chefs e das famílias, pela cultura e história de Valença e de toda Costa do Dendê. Alimentar o conhecimento gastronômico, o fazer culinário, e dar espaço para a percepção do valor imenso que tem o patrimônio imaterial da comunidade, são os grandes objetivos do Festival Gastronômico do Camarão de Valença.

Acompanhe a página para saber novidades do nosso festival!


https://www.facebook.com/festivalgastronomicodevalenca


Em dezembro todos os caminhos da gastronomia levam a Valença - Costa do Dendê - Bahia.
Aguardo vocês  lá.




terça-feira, 15 de outubro de 2013

Eu, a Feira Livre de Valença e suas Maravilhas

Estou pensativa: será que vou sair da fase dos "inhames"? 
Saio não porque vocês sabem que amo "inhames".
Mas como resistir a uma linda abóbora? 
Andando pela Feira Livre de Valença - Costa do Dendê - Bahia, encontrei um senhor com um monte de abóboras espalhadas numa lona no chão.  Fiquei olhando as abóboras e imaginando elas se transformando em  purê, em cortadinhos, cozidas com quiabo, cozidas no vapor para comer com gersal, saladas, no ensopadinho de carnes, e de quebra na minha imaginação elas se transformaram em  belíssimos pães. 



O senhor que estava vendendo as abóboras começou a explicar que elas vinham da roça dele, que ele mesmo planta, colhe e trás para vender, que elas não tem venenos, que são gostosas e bem docinhas.
Disparou a falar pensando que ainda precisava mim convencer a comprar, sem saber que já tinha mil planos para elas.


Comprei essa pesando mais de cinco quilos, por cinco reais. 
Já comi de diversas formas: cozinhei no vapor e comi com salsa,  com gersal,  em saladas, 
cortadinho de abóbora com quiabo, e também fiz sopa. 
Dei um pedaço da abóbora ao 
chef  Claudio Matos e ainda tenho um bom pedaço na geladeira, acho que vou fazer um purê.....

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Quiçare, Agora Virou Pudim!!!!


Vocês já sabem que estou na fase do inhame: cozido no vapor ou na água e sal, em forma de cuscuz, pão ou de farofas doces e salgadas. O inhame é sempre bem vindo à mesa de nossa casa.
Inhame Branco, Quiçare (inhame amarelo), Inhambu branco ou Roxo, Inhaminho, Cocó, seja qual for o tipo eu quero......


Meu "Quiçare" agora virou Pudim! E não é qualquer Pudim...é o "Pudim".
Leve, delicioso, perfumado, textura maravilhosa......
Na foto acima ele está coberto com uma caldinha de laranja, brilhante e transparente, que sobrou do meu Pudim de Tapioca.


Agora servi regado com raspas de limão siciliano e melaço de cana.
Aqui em casa o Pudim voou rapidinho, preciso trazer mais "Quiçare" de Valença, para repetir logo a receita.

Pudim de Quiçare
Ingredientes:
Quiçare - 1k (descascado e cozido)
Ovo - 01 unidade
Açúcar - 02 xícaras
Leite de Coco - 200 ml
Raspas de Limão Siciliano - opcional

Modo de Preparo:
Colocar todos os ingredientes no copo do liquidificador. Bater bem.
Colocar em forma untada com manteiga e polvilhada com açúcar.
Levar para assar em banho maria em forno pré-aquecido.

Servir bem gelado.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Na Feira Livre de Minha Cidade: Nazaré das Farinhas - Bahia

Estava voltando de Valença - Costa do Dendê - Bahia, numa tarde  fria e chuvosa, aí deu aquela saudade da minha cidade, da minha infância, quando minha mãe mandava dormir cedo com a pergunta: para que menino quer ficar acordado num frio desses? 
O nosso café era com os alimentos da nossa região, sempre tinha um item desses presente na mesa:
 inhame, quiçare - inhame amarelo (farofa doce ou cuscuz), inhambu branco, batata doce (cozida ou assada na brasa), aipim (cozido,  com carne de sol, com ovo frito ou machucadinho com coco ralado e leite de coco), banana da terra (cozida ou frita), beijus, tapioca, cuscuz (milho, inhame, puba, tapioca), os pães e biscoitos  da Padaria Aliança (só quem comeu para saber a delícia que era), abóbora (cozida e servida em um prato regada com leite quente) e sempre aparecia o  "cocó", na minha cidade ele é simplesmente conhecido assim, em outro lugares é chamado de inhaminho, de taro, etc.  O cocó sempre era o mais baratinho da feira, não lembro se pelo excesso de oferta ou por ser considerado o menos nobre. 
No meio dessa saudade toda resolvemos parar na Feira Livre de Nazaré da Farinhas - Bahia - Brasil e procurar o "cocó",  encontramos logo na primeira banca,  o pacote custa R$3,00, compramos, hoje vai para o fogo para o nosso café desse final de tarde chuvoso de Salvador.
Saudades da vida simples da minha infância.......

 
Esse moço aí em cima é o "Cocó"!!! Já avisei há alguns amigos Nazarenos: comprei cocó....rsrs

 
O dono da banca que comprei o "cocó" acabou me convencendo a comprar essa penca de banana-da-terra. Que bom que comprei.....deliciosa!!!


 E a paradinha básica na Padaria para comprar o biscoito "cavaco", torradinho e super-gostoso.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Quiçare - Um Inhame muito especial


O "quiçare" é um tipo de inhame bem especial, ele é amarelinho depois de descascado.
Perdão gente: não tirei a foto dele descascado e cozido,  mas prometo que tiro uma depois e posto aqui.


O "quiçare" é bastante consumido na região da Costa do Dendê - Ba.
Esse da foto eu comprei na lojinha de hortifruti da d. Permínia, bem no centro histórico da cidade de Valença. D. Permínia é uma figura bem interessante, vale a pena conhecer, entende tudo das frutas, hortaliças, raizes, enfim ela entente  de tudo que é produto agrícola da Região. 
O "quiçare" ela vende a $2,00 o quilo, esse da foto pesou 4 k.
,

Em Valença o "quiçare" é consumido no café da manhã e no jantar. Depois de descascado, ele é cozido em água e sal. Tem uma textura ótima, meu filho Vicente chegou a conclusão que o "quiçare" tem um sabor levemente parecido com o amendoim cozido.
Mas a forma mais apreciada de comer o "quiçare" é na forma de farofa doce, minha mãe fazia muito essa farofinha, era um lanche delicioso nas minhas tardes de criança em Nazaré das Farinhas.


O Cuscuz de "quiçare" também é uma delícia. Amo comer esse cuscuz bem molhadinho com leite de coco adoçado.
E nem preciso lembrar a vocês como inhame faz bem a nossa saúde.
Então vamos comer inhame meu povo!!!!
E que viva o QUIÇARE!!!!

A receita da farofa de "quiçare", é bem simples, basta descascar e cozinhar em água e sal. Lembrando que a textura do "quiçare" é diferente da textura do "inhame branco".  Depois de cozido é só escorrer e esperar esfriar.  Depois de frio, ralar o "quiçare" acrescentar coco seco ralado na hora e açúcar a gosto, misturar bem com um garfo. Fica uma farofinha solta e deliciosa.
Para fazer o cuscuz o processo é o mesmo, depois de tudo misturado, forrar uma cuscuzeira  com um pano de prato bem limpinho e colocar a farofa, sem apertar. Levar ao fogo, depois que começar a sair o vapor, deixe mais um tempo no fogo, cerca de três a cinco minutos, e está pronto. Aí é só desenformar em um prato e servir com leite de coco adoçado.
Delícias da minha Bahia!!!!!!

Qual será a próxima novidade que iremos trazer das nossas andanças pela Bahia??????

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Inhambu Roxo - As Riquezas de Valença


 Voltei de Valença, Costa do Dendê - Ba, com a mala cheia de inhames: inhame branco, quiçare, inhambu branco e inhambu roxo. Esse da foto acima é o inhambu roxo, que é facilmente encontrado na Feira de Valença ou nas lojinhas de hortifruti, por $3,00 o quilo.
Delícia para o café da manhã, jantar, puro ou com um caldinho de carne ensopada, com carne de sol, com mantinha....
Delicioso e nutritivo....


 Olha a tonalidade desse inhambu.  
Pena que a fotografa não auxiliou a mostrar toda beleza do nosso inhambu.
Comi uma  parte puro e outra com gersal. 
Delícia.......


Peguei uma parte do inhambu, transformei em purê e fiz alguns pães.


O pão de inhambu ficou macio e super, super-delicioso!!!!

Receitinha do Pão Integral de Inhambu Roxo

Ingredientes:
Farinha de Trigo - 04 xícaras
Farinha de Trigo Integral - 04 xícaras
Linhaça Dourada, Linhaça Preta - 01 colher de sopa de cada uma (opcional)
Aveia em Flocos - 1/2 xícara (opcional)
Fermento Seco Granulado - 01 colher de sopa (rasa)
Água Morna - 600 ml (levemente morna)
Inhambu Roxo - 02 xícaras (cozido e descascado)
Açúcar Mascavo - 01 colher de sopa
Sal Marinho - 01 colher de chá
Óleo - 1/2 xícara


Modo de Preparo:
Em um recipiente misture as farinhas, linhaças, aveia e o fermento.
Coloque no copo do liquidificador o restante dos ingredientes e bata bem.
Faça uma cavidade no centro das misturas de farinha, acrescente os ingredientes que bateu no liquidificador, misture com o auxílio de uma colher até o líquido ser todo absorvido pela farinha e formar uma massa.
Transfira a massa do pão para uma bancada e trabalhe até ficar homogênea. Forme uma bola com a massa, envolva em filme plástico, coloque em um recipiente e cubra com um pano de prato. Deixe descansar até dobrar de volume.
Depois é só modelar os pães a seu gosto, deixar descansar mais uma vez até dobrar de volume.
Assar em forno pré-aquecido.
Rendeu 04 pães de 500 g cada um. Assei  em forma de pão, mas pode da o formato que quiser.

Dica: Para saber se o pão já está assado, é só bater em cima dele com as dobras dos dedos, se o som for oco é porque o pão já está bom.





segunda-feira, 30 de setembro de 2013

As mulheres da Gastronomia e do Turismo de Valença


Andrelina Nascimento, chef de cozinha do Hotel Portal Rio Una. Comanda sua equipe com muita tranquilidade e sempre com um sorriso  nos lábios. Jovem corajosa e cheia de disposição para aprender e abraçar novas ideias, seus deliciosos pratos são o reflexo disso. 


 Rosy Silva, comanda com competência e dinamismo o Restaurante Mega Chic, que fica localizado na beira do Cais de Valença. O Restaurante que foi criado pelo pai de Rosy, sr. Antonio Oliveira, tem um cardápio bem diversificado, mas com forte presente da culinária regional.


D. Mara, proprietária e chef de cozinha do Restaurante da Mara.  Ex-marisqueira, trás para o seu restaurante todo conhecimento e vivência da culinária de Valença e da  Costa do Dendê. Hoje toda a família de D. Mara trabalha na administração do Restaurante, para que ela possa ter dedicação total a criação e execução dos seus saborosos pratos.


Aline Reis, jovem dinâmica, inteligente e carismática, está no comando da atuante Secretaria de Turismo de Valença. Com muitas ideias e cheia de disposição para dinamizar o turismo da cidade, ainda encontra tempo para abraçar novas propostas em que acredita. Grata Aline, pela boa vontade que tem tido em nos mostrar os encantos de Valença.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Peixes Secos - Valença Bahia



A secagem de peixes em Valença é uma atividade tradicional das famílias dos pescadores. Os  barcos chegam  com o resultado da pescaria e toda a família se junta para fazer o trabalho em regime de mutirão: triagem dos peixes, limpeza, tratar, salgar, colocar para secar, fazer as enfieiras, formar os maços.....


Esse é um maço de sardinhas secas, já prontas para serem vendidas na Feira de Valença.


Esse maço é de vários tipos de peixes.


Eu na feira, comprando meus peixinhos salgados, já tenho um monte de planos de como vou usar. Mas de uma coisa tenho certeza, não vou preparar da forma que fazia quando eu era criança. Na minha infância eu tinha meu material de cozinha particular: fogareiro e panelas de barro, eram esses meus instrumentos de trabalho/brincadeira. Aos sábados eu ia a Feira da minha cidade e fazia "minhas compras", esses peixinhos já fazia parte da minha listinha.  Mas como toda menina apressadinha, eu não tinha a mínima paciência para fazer o dessalgue dos peixes, acendia o carvão no meu pequeno fogareiro de barro e colocava logo meus peixinhos para assar,depois era só comer com farinha de mandioca bem fina e torradinha.
Menina corajosa eu era, o peixinho tinha tanto sal que partia a língua.   Depois era beber só beber muita água e  comer rapadura pelo resto do dia.  
Minha mãe dizia que eu era uma cozinheira maluquinha. 
Mas que meus peixinhos eram uma delícia, com certeza  eram. 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Vatapá - Manjar dos Deuses


Eu que tô nessa fase do Azeite de Dendê,  não poderia deixar de fazer um bom Vatapá.
Ando indo sempre a Costa do Dendê pesquisar os ingredientes culinários da região, claro que vou pesquisando e experimentando as maravilhas de pratos que são feitos com esses ingredientes.
Valença, que é conhecida como a terra do camarão, dos peixes e frutos do mar, das especiarias, dos diversos tipos de inhame, do azeite de dendê, tem influenciado e muito as minhas preparações.
Trouxe de lá um azeite de dendê, produzido de forma artesanal, que tem dado um sabor e aroma todo especial aos meus pratos.
Esse Vatapá da foto fiz tendo como base a receita do Restaurante Senac - Pelourinho, Templo da Gastronomia Baiana.


Vatapá
Ingredientes
Pão dormido – 400 g
Leite - 500 ml
Cebola ralada – 300 g
Azeite de dendê – 200 ml
Camarão seco inteiro – 40 g
Camarão seco moído – 100 g
Castanha de caju moída – 60 g
Amendoim moído – 60 g
Gengibre ralado – 1 colher de chá
Leite de coco – 200 ml
Caldo de peixe – 800 ml
Sal

Modo de Preparo
Corte o pão em pedaços pequenos, coloque de molho no leite até inchar, em seguida bata no liquidificador com o leite de coco.
Refogue no azeite de dendê a cebola,  o camarão moído, a castanha e o amendoim. Acrescente o pão, caldo de peixe e o gengibre. Cozinhe mexendo sempre, até obter uma consistência pastosa e soltando da panela.
Transfira para uma travessa e decore com os camarões inteiros.


Dica  Sirva acompanhado de moqueca de peixe ou xinxim de galinha.

Caldo de Peixe: Pode utilizar o caldo da Moqueca que esteja fazendo para acompanhar o vatapá ou então fazer um caldo utilizando cabeça de peixe, cebola, coentro, cebolinha, água, cozinhar até apurar bem o sabor, coar e utilizar no preparo do Vatapá.

Como aqui em casa tem alérgico a camarão, quando tenho que fazer vatapá para a família, não utilizo o camarão. Faço a substituição aumentando a quantidade de castanha e amendoim moídos.

Laurentino Pães - A Maravilha dos Pães Artesanais


Essa maravilha de pão artesanal  é produzido por Laurentino Pães, feito com ingredientes de primeira qualidade e com fermentação natural.
Esse da foto, é de abóbora com alecrim, encomendei na quinta-feira e peguei na sexta-feira, recebi o pão quentinho, saído do forno na hora.
Fui até em casa ansiosa por esse momento de partir o pão:


3178.4412 - 9401.3808, são os telefones para encomenda dos pães que são de diversos sabores e formatos, atende também encomenda para eventos.
A Padaria funciona no Restaurante Ciranda, rua Fonte do Boi, 131, no bairro do Rio Vermelho.